
Iniciado no ano passado, este ciclo crítico sobre Gertrude Stein tem seguido de forma lenta e aos percalços, pois a norte-americana ainda parece ter uma acolhida crítica bastante difusa na poesia e crítica brasileiras. Nós o iniciamos com uma postagem que trazia traduções de Augusto de Campos para poemas e "retratos" da autora, assim como trechos de seu texto dedicado a Stein no volume O Anticrítico (São Paulo: Companhia das Letras, 1986).
Voltamos agora ao ciclo postando aqui a tradução da paulistana Andrea Mateus para a importante palestra "Composition as explanation", proferida pela autora em Oxford e Cambridge e publicada pela primeira vez em 1926. Mais tarde, o texto foi incluído no volume What Are Masterpieces (1936). A tradução de Andrea Mateus foi publicada originalmente no segundo número impresso da Modo de Usar & Co. (Rio de Janeiro: Livraria Berinjela, 2009). Desconhecemos outra versão para o português deste texto da americana.
Pareceu-nos um momento muito oportuno de publicar e divulgar aqui na franquia eletrônica da revista este que é um dos mais bonitos textos críticos de Gertrude Stein, com sua defesa apaixonada do "contemporâneo", neste momento em que a crítica brasileira mostra-se mais uma vez cega para aqueles com quem compartilha oxigênio. O texto, nos parece, tem algumas perguntas saudáveis para o debate poético hoje. Bastante longo, recomendamos que ele seja copiado e impresso... mas certamente lido.
Agradecemos mais uma vez a Andrea Mateus pela tradução. Com vocês, a "Composição como explicação".
--- Modo de Usar & Co.
§
Composição Como Explicação
Gertrude Stein, tradução de Andrea Mateus.
Gertrude Stein, tradução de Andrea Mateus.
Primeiramente uma palestra dada pela autora em Cambridge e
Oxford, este ensaio foi publicado pela primeira vez pela Hogarth
Press em Londres em 1926 e recuperada no volume chamado What
Are Masterpieces. (O Que São Obras Primas)
Oxford, este ensaio foi publicado pela primeira vez pela Hogarth
Press em Londres em 1926 e recuperada no volume chamado What
Are Masterpieces. (O Que São Obras Primas)
Não há nada em especial que faça de uma diferença uma diferença no começo e no meio e no fim exceto que cada geração tem alguma coisa diferente para a qual estão todos olhando. Com isso quero simplesmente dizer que qualquer um sabe que a composição é então a diferença que faz cada um e todos eles diferentes de outras gerações e isso é o que faz todas as coisas diferentes de outra forma serem parecidas e todo mundo sabe porque todo mundo diz.
É muito provável que quase todo mundo já tenha tido quase certeza de que algo que é interessante interessa a eles. Se podem e fazem. É muito interessante que nada dentro neles, ou seja quando você considera a história bem longa de como cada um já agiu ou sentiu, é muito interessante que nada dentro neles nada dentro em todos eles faz isso coerentemente diferente.
Com isso quero dizer isso.
A única coisa que é diferente de uma vez para outra é o que é visto e o que é visto depende de como todo mundo está fazendo todas as coisas. Isso faz a coisa que estamos olhando muito diferente e isso faz o que aqueles que a estão descrevendo entendem dela, isso faz uma composição, confunde, mostra, é, parece, gosta disso como é, e isso faz o que é visto como é visto. Nada muda de geração para geração exceto a coisa vista e isso faz uma composição. Lord Grey observou que quando os generais antes da guerra falavam da guerra falavam dela como uma guerra do século dezenove embora se lutasse com armas do século xx. Isso é porque a guerra é uma coisa que decide como será quando está para ser feita. É preparada e nesse ponto é como todas as academias não é uma coisa feita ao ser feita mas é uma coisa preparada. Escrever e pintar e tudo isso, é isso, para aqueles que se ocupam com isso e não fazem isso enquanto é feito. Agora os poucos que fazem isso enquanto é feito, e devemos observar que os mais decididos deles normalmente estão tão preparados quanto o mundo à volta deles se prepara, fazem dessa forma e se vocês não se importam vou dizer como acontece. Naturalmente não se sabe como aconteceu até que já tenha começado por um bom tempo a acontecer.
Voltando à parte em que a única coisa diferente é aquilo que é visto quando parece estar sendo visto, em outras palavras, composição e sentido temporal. Ninguém está à frente de seu tempo, é só que a variedade particular de criar o seu tempo é aquela que seus contemporâneos que também estão criando seu próprio tempo se recusam a aceitar. E se recusam a aceitar por uma razão muito simples que é a de não terem motivo algum para aceitar. Eles próprios isto é todo
mundo em seu entrar na composição moderna e eles entram mesmo, se eles não entram não estão propriamente nela estão fora dela e então entram; mas dentro do que pode ser chamado esforços não-competitivos onde se você não está dentro nada se perdeu exceto coisa alguma exceto o que não é tido, existem naturalmente todas as recusas, e as coisas recusadas só são importantes se inesperadamente acontecer de alguém precisar delas. No caso das artes isso é bastante definido.
Aqueles que estão criando a composição moderna autenticamente são naturalmente apenas importantes quando estiverem mortos porque então a composição moderna tendo se tornado passado é classificada e a descrição dela é clássica. Essa é a razão porque o criador da nova composição nas artes é um fora-da-lei até que seja um clássico, entre eles há menos que um instante e é naturalmente muito ruim muito ruim mesmo para o criador mas também muito ruim mesmo para o apreciador, eles todos realmente apreciariam a criação muito melhor logo após ter sido produzida do que quando já é um clássico, mas é perfeitamente simples que
não haja nenhum motivo pelo qual os contemporâneos devessem ver, porque não faria nenhuma diferença já que levam suas vidas na nova composição de qualquer forma, e como todos são naturalmente indolentes ora naturalmente não veem. Por essa razão como ao citar Lord Grey é bem certo que as nações não efetivamente ameaçadas estão militarmente em atraso por pelo menos várias gerações e assim esteticamente estão em atraso por mais de muitas gerações e é muito ruim mesmo, e é tão mais excitante e satisfatório para todo mundo se se pode ter contemporâneos, se todos os seus contemporâneos pudessem ser seus contemporâneos.
Quase não há um intervalo.
Por muito tempo todo mundo recusa e então quase que imediatamente quase todo mundo aceita. Na história dos recusados nas artes e na literatura a rapidez da mudança é sempre surpreendente. Agora, a única dificuldade com o volte-face no que concerne as artes é essa. Quando a aceitação vem, com essa aceitação a coisa criada se torna um clássico. É um fenômeno natural um fenômeno natural bem extraordinário que uma coisa aceita se torne um clássico. E qual é a qualidade característica de um clássico. A qualidade característica de um clássico é que é
belo. Agora é claro que é perfeitamente verdade que uma obra de arte mais ou menos de primeira linha é bela mas o problema é que quando uma obra de arte de primeira linha se torna um clássico porque é aceita a única coisa importante a partir daí para a maioria dos que a aceitam, a maioria esmagadora, a maioria dos mais inteligentes que a aceitam é que é tão maravilhosamente bela. É claro que é maravilhosamente bela, apenas quando é ainda uma coisa irritante incômoda estimulante então toda qualidade de beleza lhe é negada. É claro que é bela mas primeiro toda sua beleza lhe é negada e então toda sua beleza é aceita. Se todo mundo não fosse tão indolente perceberia que a beleza é a beleza mesmo quando é irritante e estimulante não apenas quando é aceita e clássica. É claro que é extremamente difícil não mais do que lembrar de quando não era bela uma vez que se tornou bela. Isso torna ainda mais difícil perceber sua beleza quando se recusa a obra e não deixa ninguém perceber que estavam convencidos de que a beleza foi negada, uma vez que a obra é aceita. Automaticamente com a aceitação do sentido temporal vem o reconhecimento da beleza e uma vez que a beleza é aceita ela
nunca escapa a ninguém.
Começar de novo e de novo é uma coisa natural mesmo quando há uma série. Começar de novo e de novo e de novo explicando composição e tempo é uma coisa natural. Se entende hoje que todas as coisas são o mesmo exceto composição e tempo, composição e o tempo da composição e o tempo na composição. Todas as coisas são o mesmo exceto a composição e como a composição é diferente e sempre será diferente todas as coisas não são o mesmo. Todas as coisas
não são o mesmo uma vez que o tempo quando da composição e o tempo na composição são diferentes. A composição é diferente, isso é certo. A composição é a coisa vista por todos vivendo na vida que estão vivendo, eles são o compor da composição que no tempo que estão vivendo é a composição do tempo no qual estão vivendo. É isso que faz viver uma coisa que estão fazendo.
Nada mais é diferente, disso quase todo mundo pode ter certeza. O tempo quando e o tempo da e o tempo naquela composição é o fenômeno natural daquela composição e disso talvez todo mundo possa ter certeza.
Ninguém pensa essas coisas quando está fazendo quando está criando o que é a composição, naturalmente ninguém pensa, ou seja ninguém formula até que o que está para ser formulado tenha sido feito. A composição não está lá, estará lá e nós estamos aqui. Isso é algum tempo
atrás para nós naturalmente. A única coisa que é diferente de um tempo para o outro é o que é visto e o que é visto depende de como todo mundo está fazendo todas as coisas. Isso faz a coisa para a qual estamos olhando muito diferente e isso faz o que aqueles que a descrevem fazem dela, faz uma composição, confunde, mostra, é, olha, gosta do jeito que é, e isso faz o que é visto como é visto. Nada muda de uma geração para a outra geração exceto a coisa vista e isso faz uma composição.
Agora os poucos que fazem a escrita como é feita e é para ser observado que os mais decididos deles são aqueles que estão preparados por preparar, preparados tanto quanto o mundo deles está preparado e se prepara para fazer dessa forma e assim se você não se importa vou novamente dizer como acontece. Naturalmente não se sabe como aconteceu até que já tenha começado por um bom tempo a acontecer. Cada período da vida difere de qualquer outro período da vida não em como a vida é mas em como a vida é conduzida e isso falando autenticamente é composição. Depois da vida ter sido conduzida de um certo modo todo mundo sabe mas ninguém sabe, pouco a pouco, ninguém sabe desde que ninguém saiba. Qualquer
um criando a composição nas artes não sabe também, estão conduzindo a vida e isso faz a composição deles o que é, faz a obra deles se compor enquanto se faz. A influência deles e as influências deles são as mesmas assim como as de todos seus contemporâneos só que se deve sempre lembrar que a analogia não é óbvia até que como digo a composição de um tempo se torne tão pronunciada que é passado e sua composição artística é um clássico.
E agora para começar como se começasse. A composição não está lá, estará lá e estamos aqui. Isso é naturalmente algum tempo atrás para nós. Há algo a ser adicionado depois.
O quanto você conhece o meu trabalho eu não sei. Acho que talvez seja bom que eu fale dele todo.
Começando a escrever escrevi um livro chamado Three Lives (Três vidas) esse foi escrito em 1905. Escrevi uma estória de negros chamada Melanctha. Nela havia um recorrer e um começar constante ali havia uma direção marcada na direção de estar no presente embora naturalmente eu tenha sido acostumada ao passado presente e futuro, e por que, porque a composição formando-se à minha volta era um presente prolongado. Uma composição de um presente prolongado é uma composição natural no mundo como tem sido nesses trinta anos era cada vez mais e mais um presente prolongado. Criei então um presente prolongado naturalmente eu não sabia nada de um presente contínuo mas me veio naturalmente criar um, era simples era claro para mim e ninguém sabia por que foi feito assim, nem eu mesma embora naturalmente para mim fosse natural. Depois desse fiz um livro chamado The Making of Americans é um livro longo de umas mil páginas.
Aqui novamente era tudo tão natural para mim e cada vez mais e mais complicadamente um presente contínuo. Um presente contínuo é um presente contínuo. Fiz quase mil páginas de um presente contínuo. O presente contínuo é uma coisa e começar de novo e de novo é outra coisa. Ambas são coisas. E então há o uso de todas as coisas. Isso nos traz de volta à composição isso de usar todas as coisas. O usar todas as coisas nos leva à composição e a essa composição. Um presente contínuo e usar todas as coisas e começar de novo. Nesses dois livros houve elaboração das complexidades de usar todas as coisas e de um presente contínuo e de começar de novo e de novo e de novo.
No primeiro livro havia um tatear por um presente contínuo e por usar todas
as coisas por começar de novo e de novo. Havia um tatear por usar todas as coisas e havia um tatear por um presente contínuo e havia um começo inevitável de começar de novo e de novo e de novo. Tendo feito isso naturalmente eu naturalmente me compliquei um pouco com ele quando li. Eu me tornei como os outros que o leram. É normal, você sabe, exceto que quando eu mesma o reli me perdi nele novamente. Então disse a mim mesma dessa vez vai ser diferente e comecei. Não comecei de novo apenas comecei.
Nesse começo naturalmente assim que comecei de uma vez logo havia páginas e páginas e páginas mais e mais elaboradas criando um presente mais e mais contínuo incluindo mais e mais o usar todas as coisas e continuando mais e mais começos e começos e começos.
Continuei e continuei até mil páginas daquilo.
No meio tempo naturalmente para começar comecei fazendo retratos de qualquer um e qualquer coisa. Fazendo esses retratos eu naturalmente fiz um presente contínuo um incluir todas as coisas e um começar de novo e de novo dentro de uma coisa bem pequena. Isso me fez começar a compor qualquer coisa em uma coisa só. Então naturalmente era natural que uma coisa uma coisa enormemente longa não era todas as coisas e uma coisa enormemente pequena também não era todas as coisas e nem era tudo nele uma coisa presente contínuo nem estava
sempre e sempre começando de novo. Naturalmente eu então começaria de novo. Começaria de novo e começaria naturalmente. Eu comecei naturalmente. Isso me traz a uma boa parte do que havia sido começado.
E depois disso o que muda o que muda depois disso, depois disso o que muda e o que muda depois disso e depois disso e o que muda e depois disso e o que muda depois disso.
O problema desse momento em diante se tornou mais definido. Era tudo tão parecido demais isso tinha que ser diferente e é diferente, é natural que se todas as coisas são usadas e há um presente contínuo e um começar de novo e de novo se é tudo tão parecido deve ser simplesmente diferente e todas as coisas simplesmente diferentes era então o modo natural de criar isso. Neste modo natural de criar isso então que era simplesmente diferente todas as coisas sendo parecidas era simplesmente diferente, isso acaba levando a pessoa para listas. Listas naturalmente por um tempo e com listas quero dizer uma série. Mais e mais voltando naquilo que estava feito até esse tempo descobri que naturalmente mantive o simplesmente diferente como uma intenção. Se havia ou se não havia um presente contínuo não mais me complicava se havia ou não havia, e usar todas as coisas não mais me complicava se todas as coisas são parecidas usar todas
as coisas não poderia mais me complicar e começar de novo e de novo não poderia mais me complicar porque se listas eram inevitáveis se séries eram inevitáveis e aquilo tudo era inevitável começar de novo e de novo não poderia mais me complicar e então com nada para me complicar eu completamente comecei naturalmente uma vez que todas as coisas são parecidas fazendo isso de modo simplesmente diferente naturalmente tão simplesmente diferente quanto possível.
Comecei a fazer fenômenos naturais o que eu chamo fenômenos naturais e fenômenos naturais
naturalmente todas as coisas sendo parecidas fenômenos naturais estão fazendo as coisas naturalmente serem simplesmente diferentes. Isso mais tarde encontrou o seu ápice, no começo começou em um centro confuso com listas com séries com geografia com retratos recorrentes e com particularmente frequentes quatro e três e frequentemente com cinco ou quatro. É fácil ver que no começo tal concepção de todas as coisas serem naturalmente diferentes seria muito inarticulada e muito lenta ela começou a emergir e tomar forma de alguma coisa, e então naturalmente se alguma coisa que é simplesmente diferente é simplesmente diferente o que se
segue se seguirá.
Até então o progresso das minhas concepções era o progresso natural inteiramente de acordo com minha época e estou certa que é muito facilmente perceptível se você pensar na cena que estava diante de nós todos de um ano para o outro. Como eu disse no começo, há uma longa história de como todos em algum momento agiram ou sentiram e que nada dentro neles em todos eles o faz coerentemente diferente. Com isso quero dizer tudo isso. A única coisa que é diferente de uma vez para outra é o que é visto e o que é visto depende de como todo mundo está fazendo todas as coisas.
Se entende agora que todas as coisas são o mesmo exceto composição e tempo, composição e o tempo da composição e o tempo na composição. Todas as coisas são o mesmo exceto composição e como a composição é diferente e sempre será diferente todas as coisas não são o mesmo. Então quando eu sendo contemporânea a criar a composição no começo estava tateando na direção de um presente contínuo, um usar todas as coisas um começo de novo e de novo e então todas as coisas sendo parecidas então todas as coisas muito simplesmente todas as coisas eram naturalmente simplesmente diferentes e então eu sendo contemporânea estava criando todas as coisas sendo parecidas estava criando todas as coisas naturalmente sendo naturalmente simplesmente diferente, todas as coisas sendo parecidas. Esse então foi o período que me traz ao período do começo de 1914. Todas as coisas sendo parecidas todas as coisas naturalmente seriam simplesmente diferentes e veio a guerra e todas as coisas sendo parecidas e todas as coisas sendo simplesmente diferentes traz todas as coisas sendo simplesmente diferentes
as traz ao romantismo. Romantismo é assim quando todas as coisas sendo parecidas todas as coisas naturalmente são simplesmente diferentes, e romantismo.
Então por quatro anos isso era mais e mais diferente ainda que isso fosse, fossem todas as coisas parecidas. Todas as coisas parecidas naturalmente todas as coisas eram simplesmente diferentes e isso é e era romantismo e isso é e era guerra. Todas as coisas sendo parecidas todas as coisas naturalmente todas as coisas são diferentes simplesmente diferentes naturalmente simplesmente diferentes. E então havia o fenômeno natural que era a guerra, que havia estado, antes da guerra chegar, em atraso por muitas gerações na composição contemporânea, porque veio a guerra e tão completamente se precisava ser contemporâneo tornar-se completamente contemporâneo e então gerou o reconhecimento completo da composição contemporânea. Todo mundo menos um pode dizer que todo mundo se tornou conscientemente se tornou desperto para a existência da autenticidade da composição moderna. Isso então o reconhecimento contemporâneo, porque a coisa acadêmica conhecida como guerra a havia forçado a se tornar contemporânea fez todo mundo não apenas contemporâneo na ação não apenas contemporâneo no pensamento mas contemporâneo na auto-consciência fez todo mundo contemporâneo com a composição moderna. E então a criação artística da composição
contemporânea que teria normalmente sido fora-da-lei normalmente fora-da-lei por muitas gerações mais para trás ainda do que a guerra, a guerra tendo vindo digamos que atualizou a arte digamos que permitiu não completamente ser atual, mas quase atual, em outras palavras nós que criamos a expressão da composição moderna seríamos reconhecidos antes de morrer alguns de nós muito tempo antes de morrer. E então pode-se dizer que a guerra avançou um reconhecimento geral da expressão da composição contemporânea em quase trinta anos. E agora depois daquilo não há mais nada daquilo em outras palavras temos paz e algo vem então e segue vindo então.
E então agora pode se achar a si próprio se interessando em um equilíbrio, que é claro significa palavras tanto quanto coisas e distribuição tanto quanto entre elas mesmas e entre as palavras e entre elas e as coisas e elas mesmas, a distribuição como distribuição. Isso faz do que se segue o que se segue e agora existem todas as razões por que se deve fazer um arranjo. Distribuição é interessante e equilíbrio é interessante quando um presente contínuo e um começo de novo e de novo e usar todas as coisas e todas as coisas parecidas e todas as coisas naturalmente simples-
mente diferentes foi feito.
Depois disso tudo, há aquilo, houve aquilo que há uma composição e que nada muda exceto composição a composição e o tempo da e o tempo na composição. O tempo da composição é uma coisa natural e o tempo na composição é uma coisa natural é uma coisa natural e é uma coisa contemporânea. O tempo da composição é o tempo da composição. Foi às vezes uma coisa presente foi às vezes uma coisa passada foi às vezes uma coisa futura foi às vezes um esforço de partes de todas essas coisas. No meu começo era um presente contínuo um começar de novo e de novo e de novo e de novo, era uma série e era uma lista e era uma similaridade e todas as coisas diferentes era uma distribuição e um equilíbrio. Este era todo o tempo e parte do tempo da composição.
Agora há ainda algo além do sentido temporal na composição. Isso é o que é sempre um medo uma dúvida e um julgamento e uma convicção. A qualidade na criação da expressão a qualidade na composição que a faz morrer logo após ter sido feita é muito complicada.
O tempo na composição é uma coisa que é muito complicada. Se o tempo na composição é muito complicado é porque deve mesmo que não haja tempo algum na composição deve haver tempo na composição que está na sua qualidade de distribuição e equilíbrio. No começo havia o tempo na composição que naturalmente estava na composição mas o tempo na composição vem agora e isso é o que agora está perturbando todo mundo o tempo na composição é agora uma parte da distribuição e do equilíbrio. No começo havia confusão havia um presente contínuo e mais tarde havia o romantismo que não era uma confusão mas um desembaraço e agora há ou sucesso ou falha deve haver distribuição e equilíbrio deve haver tempo que é distribuído e equilibrado. Isso é a coisa no presente momento mais complicada se há o tempo que está no presente o mais complicado o sentido temporal que está no presente o mais complicado é a coisa que faz o presente o mais complicado. Há no presente há distribuição, com isso quero dizer expressão e tempo, e dessa forma na presente composição é tempo que é a razão de que no presente o sentido temporal é complicado que é a razão por que no presente o sentido temporal na
composição é a composição que está fazendo o que está na composição.
E depois.
Agora isso é tudo.
(tradução de Andrea Mateus)
.
.
.
0 comentários:
Enviar um comentário